16 julho 2005
11 junho 2005
Linda cigana, não me deixes mais sofrer…
Depois da grande noticia, um grande passeio de amigos.
Amigos? Nem todos, mas conhecidos e cúmplices de partilha de um ponto mítico, de encontros e desencontros.
Que seria de nós sem este cubículo, local de anti-stress, de bocas foleiras e inadmissíveis em qualquer outro local, batotas e honestidades, vestidos e despidos de quaisquer preconceitos, entre parafusos, baralhos de caracteres e minis significantes nas noites quentes e frias desta nossa cidade.
Vizinho da freguesia mas amigo do freguês, para além de o suportar 365 dias proporciona-lhe anualmente o convívio extra portas.
Desta vez eu estive lá. Do pior que pode existir para quem não gosta, que não é o meu caso.
Ribeira de Pena foi o destino e não fosse aquela linda cigana não me deixar dormir teria sido perfeito.
Linda cigana, não me deixes mais sofrer…
09 junho 2005
O impensável aconteceu

Jantar com os amigos e receber notícias destas, nem no melhor dos sonhos.
Surge a hipotese de um futuro auspicioso para o nosso concelho
Apenas uma pequena angústia fica pelo nosso Aliados.
Mas nada melhor que celebrar no karaoke cantando "my way".
Parabéns amigo, foi à tua maneira, a primeira "batalha" está ganha.
14 maio 2005
Os primeiros passos publicos
70, apenas um numero inicial.
Escasso para as ambições, mas tem que se começar por algum lado.
O local, com nome de herói, ou não, dependendo da perspectiva, tal como o Homem com a visão de ser edil mor.
Eu fiz questão de lá estar e ver os primeiros episódios públicos de uma “utopia”, como alguns lhe chamam.
Ostracizado pela escolha, mas consciente de ter sido a melhor, pela validade do projecto e percepção de ser a única alternativa credível para a pátria.
15 abril 2005
Quanto tempo para acabar 700m?
E nesse momento tudo ficou bem…O tormento de 2 anos e meio esquecido numa simples tesourada.
O progresso por vezes obriga a certos sacrifícios, válidos e necessários para acontecer.
Mas não esqueçamos que é muito tempo, tempo a mais para o que quer que seja.
Mas foi bonito vê-los pavonear, orgulhosos do seu feito para cima e para baixo no local que já não passavam à mais de 2 anos por causa do seu cruel estado que se encontrava.
O ingénuo povo aplaudiu, não pelo parco lanche oferecido, nem pela festa, porque esses eram secundários no dia em que a eterna obra de vital necessidade foi concluída.
