30 maio 2006

Olivença

Após uma pequena menção pertinente no meu longínquo primeiro post, merecem nova referência pela carta enviada ao Embaixador de Espanha em Lisboa.
A luta continua…

25 maio 2006

Permita-me que discorde e argumente (1)

“…quem se contenta com isso, contenta-se com pouco”.
- Contentados com pouco, têm estado os industriais/comerciantes Paredenses do ramo do mobiliário, que nunca tiveram o devido apoio e reconhecimento da sua vital importância no concelho, que é praticamente mono industrial (mobiliário), viram sempre a sua importância e ambição relegados para planos secundários, tendo sempre de lutar sozinhos pela sua sobrevivência.
Tanto os antigos executivos da CMP como a ACICP nunca conseguiram dar uma resposta eficaz ás necessidades dos industriais, de desenvolver condições para o seu crescimento sustentado. Criação de infra-estruturas, apoios e incentivos ás pequenas e médias empresas (familiares) na sua deslocação para esses locais (IMT), apoio à internacionalização, técnicoprofissional, jurídico-laboral, consciencialização da importância da marca/imagem “rota dos móveis” para o progresso do concelho.
Prova cabal desta falta de apoio por parte da ACICP aos empresários do sector do mobiliário, está hoje demonstrada na entrevista de Elsa Leite ao jornal Fórum, onde demonstra nitidamente uma preocupação exígua aos interesses dos pequenos comerciantes e comércio tradicional.

“Se, a longo prazo, o projecto Mostra dos Móveis der certo (leia-se, superar a Capital do Móvel) …”
- Não me recordo de alguém ter prenunciado que a intenção do projecto da Rota dos Móveis é superar a Capital do Móvel, mas sim, um projecto distinto que se quer afirmar pela diferença, mas se essa fosse, segundo me ensina a história, o monopólio sempre foi nefasto para o mercado.

24 maio 2006

Bono - O editor

Bono, vocalista dos U2, tornou-se editor de jornal por um dia. Ele assina a edição especial do diário britânico The Independent. Metade da receita gerada pela venda de exemplares desta edição será revertida para o combate à Aids na África.
Ver capa original (vermelha)

Homem Teias

Todas as semelhanças com uma personagem de ficção é pura coincidência, porque esta existe mesmo.
Costinha – O Homem Teias

22 maio 2006

Cinismo

É de mim ou aqueles sorrisos não são para o cartaz??

18 maio 2006

Parada de Vacas

Este blog juntou-se ao grande evento mundial que é o Cow Parade, e uma vez que a maior delas todas foi esquecida em todas as cidades por onde passou, presto-lhe aqui a devida homenagem.

O pecado mora ao lado!

Depois de tanto “suspense“ finalmente abriu o pecado que mora ao lado, e a parte do slogan “mora ao lado” é literal.
Falharam no “timming” da campanha publicitária, que se arrastou por demasiado tempo, mas abriram em grande estilo.
Um espaço diferente e agradável que vem colmatar uma grande lacuna da cidade.
Quando à qualidade das refeições, fica para comprovar noutras oportunidades que não vão faltar.
Sejam bem vindos e bons negócios.

17 maio 2006

16 maio 2006

Se não formos campeões a culpa não é minha

Confesso que fiquei surpreendido com a convocatória do Filipão, não pelo facto de convocar, Costinha que não joga à quase tanto tempo como o Maradona, do Quim que é preterido pelo ídolo dos pacenses desde que chegou à luz, do Hugo Viana que a maior parte das vezes é suplente não utilizado no país vizinho, nem pelo facto de não ter convocado o melhor jogador do campeonato Ricardo Quaresma, mas sim pelo simples facto de ele conseguir convocar um jogador do F.C. Porto, Ricardo Costa. Não consigo perceber como é que se consegue convocar jogadores de uma equipa que nunca viu jogar a não ser na final da Taça de Portugal… mas se bem me recordo o Ricardo Costa não jogou a final.

13 maio 2006

23

Depois dos "chosen ones" de linhas turvas e vã glória apresento os meus.

11 maio 2006

Elações despropositadas e inconclusivas com um propósito.

Dos 26 jogos disputados esta época tive o privilégio de ver 10 – 4 vitórias, 4 derrotas e 2 empates.
Estes números nem são maus de todo, maus mesmo foram 29 pontos somados no final da época.

Não era fácil mas o clube tinha os seus objectivos bem definidos desde o início da temporada pela sua jovem direcção. Objectivos esses que passavam por pagar ao fisco e segurança social, tanto as dívidas acumuladas de anos anteriores como as deste ano, reduzir os salários dos seus “artistas” e manter o clube na 2ª Divisão Nacional.
Os primeiros objectivos foram cumpridos à risca, caso único no concelho e raro a nível nacional, infelizmente tanto para a sonhadora direcção como para os seus associados e adeptos, o terceiro objectivo e mais importante para muitos (não é o meu caso) não foi alcançado, que me leva a concluir que nestas andanças, respeitador das obrigações e resultados desportivos não se coadunam.
Infelizmente é assim. Mas confesso que não me surpreende.
De uma coisa estou certo, o orgulho em ser o sócio nº 617 é ainda maior, e quer seja na 3ª ou na 2ª Divisão estarei lá para os apoiar.
Este discurso sentencioso de despromoção, não é definitivo, ao contrário do que diz o vizinho sortudo que se safou na última jornada à custa desse grande guarda-redes que é o Moretto, porque como já é apanágio, boas notícias chegaram do sítio do Dragão.
Esperar para ver…

02 maio 2006

They're Back...and i'll be there

Seis anos e uns meses depois, estarei lá novamente para poder deleitar o amadurecimento de uma das bandas que marcou uma geração, a minha geração, a tal, a “rasca”.
Alice in Chains, Mother Love Bone, Mudhoney, Nirvana, Soundgarden, todas elas surgiram em Seatle nos finais de oitenta princípios de noventa e obtiveram o auge da popularidade entre 91 e 94, mas apenas uma aguentou a pressão e manteve distância das “…Muddy Banks of the Wishkah”.
Souberam manter a sobriedade e a fidelidade aos seus princípios abandonando desde cedo (VS) a postura mainstream que arrasou os demais.
O malogrado Cobain disse, “Better to burn out than to fade away”, eles são a prova viva do contrário.
Perdi-os em 96 e fiquei “black” por dentro, vi-os em 2000 e senti-me “alive” de novo em Setembro deste ano tenho a certeza que no final do concerto serei um “better man”